Honrar web standards ou entregar projetos em dia?

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O dilema pressa versus perfeição atrapalha os bons desenvolvedores quando o cliente pede soluções cujo código não valida 100% em função dos padrões da web. Há meio termo?

Todos sabemos da importância suprema de entregar sites 100% aderentes a padrões de senvolvimento web. Ao mesmo tempo, o cliente pressiona por entregas para ontem e prazos impossíveis. Nas agências e grandes produtoras esta pode ser uma questão já mais estruturada, mas nas micro-empresas é um dilema muito comum e recorrente na cabeça dos pobres desenvolvedores.

Muitas vezes a aderência aos web standards nem é um pré-requisito no projeto, porém os programadores que entendem a essência dos web standards têm como norma utilizar os padrões em seus projetos.

O grande problema surge quando o cliente pede algo “lunar” e nós, desenvolvedores, temos que entrar em um mundo paralelo highlander solicitado por ele e desenvolver soluções à altura. O problema é que geralmente soluções mirabolantes pedem implementações mirabolantes; em consequência o nível de manipulação do documento XHTML por meio de Javascript é alto e muitas informações são expostas na marcação HTML, para que o JavaScript possa se guiar.

Certamente alguns leitores vão lembrar de um caso parecido. O grande pensamento vem à cabeça:

- O sistema não esta validando, e agora? Eu só consigo implementar esta solução desta forma; não consegui pensar em outra forma de implementar e fazer com que meu código consiga se guiar de maneira eficiente, para manipular este documento.

- Perco mais um, dois ou três dias pensando em uma nova solução somente para implementar esta solução sob o plano B ou deixo este erro de validação passar e sigo em frente com o cronograma?

Sem desespero. Já se foi o tempo em que os programadores eram neuróticos por validação. É importante entender (e repetir) que validar o seu código pela W3C nada mais é do que verificar se ele está “gramaticalmente” escrito de maneira correta. E o fato de estar validado não garante que o seu código será renderizado da mesma forma em outros navegadores.

E entramos no dilema da guerra dos browsers. Você segue os padrões, mas o browser do seu cliente não, e aí? O que acontece depois?

Se você se preocupa com os padrões, ótimo! Deve!

Colocar em risco o ciclo de vida do projeto por causa de um erro de validação não compensa para você nem para sua empresa. Pode ter certeza que se você tiver somente este erro, o seu site/sistema não vai se comprometer ou deixar a desejar para o seu cliente.

Pense muito bem na hora de fazer esta decisão. Se você tem um código 100% validado, ótimo! Se você tem próximo a 95% validado, ótimo também!

Houve o tempo onde as pessoas eram loucas e fissuradas pelo validador da W3C. O validador deve somente ser usado como parâmetro para verificar a sintaxe do seu código XHTML. Muitas coisas podem passar despercebidas na correria do desenvolvimento, da mesma forma que muitas coisas podem ser corrigidas sem comprometer o andamento do projeto com a “ajuda” do validador.

Use o validador como uma ferramenta aliada e não como uma ferramenta inimiga.

O W3C é uma organização que documenta “recomendações” e não “obrigações”. Existem recomendações que são extremamente fundamentais para a renderização e comportamento correto em diferentes plataformas, porém temos que ter um meio termo para tudo.

Links úteis:

* Site Oficial da W3C
* W3C - Markup Validator Service
* W3C - CSS Validator Service
* W3C - RDF Validator Service
* Web Standards Group

A questão tem muitos lados e espero ter contribuído.
Fonte: Webinsider, Igor Escobar

SEO: Monitoramento de Robots através do PHP

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Acredito que uma das partes mais vitais - e mais difícil - do SEO seja o monitoramento, este fator é importante tanto para o resultado em si, pelo fato de que quanto melhor for seu posicionamento maior a quantidade de visitas, quanto para que você possa fornecer informações e relatórios consistentes para o cliente que está aguardando o resultado da ação.

Pelo resultado efetivo do SEO ser, na maioria das vezes, a longo prazo, é comum clientes que não tem esta visão colocarem em cheque a eficiência deste tipo de projeto, por isso a necessidade de ter relatórios cada vez mais consistentes e rápidos para que você possa, mesmo que a curto prazo, demonstrar que o projeto está andando e está começando a surtir resultados.

Mão na massa

Neste primeiro artigo vamos falar sobre uma forma interessante de você monitorar como, quando e qual robot está indexando suas páginas.

No PHP existe uma variável global chamada $_SERVER['HTTP_USER_AGENT'] esta variável é normalmente utilizada para detectar o navegador que o usuário está utilizando, e é exatamente isso que vamos fazer com os Robots.

Os Robots utilizam user-agents específicos para indexar os sites que podem ser detectados através desta variável, veja alguns exemplos dos principais buscadores:

Google:
Mozilla/5.0 (compatible; Googlebot/2.1; +…www.google.com/bot.html)

Yahoo:
Mozilla/5.0 (compatible; Yahoo! Slurp; …help.yahoo.com/help/us/ysearch/slurp)

MSN:
Mozilla/4.0 (compatible; MSIE 7.0; Windows NT 5.1; InfoPath.2; MSN Optimized;BR; MSN Optimized;BR)

Agora fica fácil !

Basta então desenvolver um sisteminha onde pegue estas informações e grave em um banco de dados para que depois sejam retirados os relatórios convenientes.

As principais informações que devem ser gravadas são:

- Qual robot acessou a página - utilizando a variável $_SERVER['HTTP_USER_AGENT']
- Data e hora do acesso - utilizando a variável date()
- Qual domínio e página foi acessada - utilizando as variáveis $_SERVER['HTTP_HOST'] e $_SERVER['REQUEST_URI']
- E através de qual página ele chegou até você - utilizando a variável $_SERVER['HTTP_REFERER']

Uma dica para facilitar a visualização dos relatórios é você utilizar a função eregi(”,”) para detectar de qual buscador se trata e demonstrar apenas o nome, exemplo:

if(eregi(”Google”,$_SERVER['HTTP_USER_AGENT']))
{
echo “Buscador Google !”
}

Neste site existe uma lista com user-agent de diversos buscadores, é importante lembrar que um mesmo mecanismo de busca utiliza diversos Robots para casos diferentes, por exemplo o Google utiliza um user-agent para indexar páginas, outro para indexar imagens e outro para monitorar o AdSense, então é interessante pesquisar cada um dos casos para que o relatório seja mais preciso.

Fonte: Outrolado, Caio Tozzini

Depois de “bolha” do Second Life, Google lança programa de realidade virtual

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Cinco anos após o lançamento do Second Life, que já não tem o mesmo vigor, o Google lançou nesta semana o seu aplicativo de realidade virtual na internet, chamado Lively. O programa on-line permite que as pessoas interajam em ambientes e com outros objetos que imitam a vida real.

No programa é possível criar espaços virtuais em sites, personalizar avatares e decorar o “mundo on-line” com fotos e vídeos em streaming do YouTube, do Picasa e outras fontes. Também se pode construir ambientes como apartamentos, ranchos e terraços com cenários de cidades ao fundo.

Os usuários podem convidar outros amigos cadastrados no jogo para uma “visita” por meio de convites enviados por e-mail ou mensagens instantâneas.

Para o Google, o Lively vai atrair mais interesse porque não está “preso” a apenas um sistema, como o Second Life, e não cobra nada dos usuários. Depois de instalar o aplicativo, é possível usar o Lively por meio de outros portais, como redes sociais e blogs.

O Lively já funciona em redes sociais como o Facebook e o Google está trabalhando na adaptação para o MySpace. “Nós sabemos que as pessoas já gastam muito tempo em socialização na internet, então nós queremos apenas tentar tornar isso mais divertido”, afirma Niniane Wang, que desenvolveu o sistema.

A empresa não tem planos de vender publicidade no jogo, mas o serviço poderia ajudar nos negócios da empresa, caso estimule as pessoas a ficarem mais tempo na internet, ficando mais “suscetíveis” a clicar nos links patrocinados da empresa espalhados pela rede.

Com o Lively, o Google entra na disputa com o Second Life, uma comunidade on-line com uma moeda própria e uma economia em crescimento, na qual os usuários se teletransportam e voam pelo mundo virtual usando avatares.

O crescimento do mundo virtual da Linden Lab perdeu impulso após o período de rápida expansão. Especialistas apontam que o caráter sexual de grande parte do conteúdo e o controle frágil de propriedade intelectual dentro do SL esvaziaram o produto. Empresas que investiram na brincadeira começaram a sair da empreitada de fininho.

O novo sistema funciona com Windows Vista e XP e com o Internet Explorer ou Firefox. É preciso ter ao menos 13 anos para participar.

Fonte: Folha Online

Novo Firefox está mais rápido e leve

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O novo navegador Firefox 3 está mais rápido, com mais ferramentas de segurança, de organização pessoal e de downloads do que seu antecessor (www.firefox.com; grátis; em português).

Uma das mudanças mais visíveis é na organização da navegação. Um índice, que aparece quando o internauta clica em um ícone de pasta, mostra os sites mais visitados e os acessados recentemente. Ou seja, ainda que não marque páginas favoritas, o internauta vai poder voltar facilmente àquelas mais utilizadas de fato.

Ficou mais intuitivo marcar um site como preferido. Basta clicar uma vez na estrela que fica ao lado do endereço do local visitado. Ela é preenchida de amarelo, e o site fica guardado.

Caso o usuário queira colocar detalhes na página marcada, é preciso clicar de novo sobre a estrelinha amarela.

Uma novidade é colocar etiquetas (tags) no endereço virtual. Por exemplo, em um portal sobre culinária indiana, coloque as tags “receita”, “Índia” e outras palavras relacionadas.

A barra onde você digita o endereço de uma página serve como um buscador personalizado. Você começa a digitar, e o browser mostra uma lista de resultados baseada em sites favoritos, mais freqüentados, visitados recentemente e tags.

Teste

O navegador está com um bom desempenho para lidar com JavaScript, o que dá um ganho de velocidade em sites como o Gmail. Em um teste feito com o SunSpider JavaScript Benchmark, ele foi 9,26 vezes mais veloz que o Explorer 7.

Na comparação de uso de memória, a Folha abriu dez sites em cada navegador. O Internet Explorer consumiu 2% a mais de RAM em um micro com 2 Gbytes de memória, de acordo com o CPU Meter.

Primeira falha

Poucas horas depois do lançamento, a F-Secure encontrou um problema de segurança no navegador. A falha demanda a interação do internauta com uma página maliciosa para ser explorada. Até o fechamento desta edição, ela não havia sido corrigida.

Outro problema é que, às vezes, os botões de voltar e avançar página somem. Uma solução é clicar com o botão direito sobre a barra onde fica o menu, em Personalizar e em Restaurar as barras padrões.

Milhões em um dia

Uma campanha quer colocar o Firefox 3 no “Guiness” como o software mais baixado em 24 horas. O browser teve 8 milhões de downloads no dia do lançamento. As várias versões do Firefox representam 18,41% do mercado de navegadores, segundo a NetApplications. O Explorer domina esse mercado, com 73,75%.

Fonte: Folha Online

Novo Firefox tem 8 milhões de downloads em 24 horas

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A Fundação Mozilla informou nesta quarta-feira (18) que a nova versão de seu navegador, o Firefox 3, recebeu mais de 8 milhões de downloads em 24 horas, apesar dos problemas iniciais de acesso apresentados pelo sistema em razão do excesso de usuários. Com esse valor, a organização espera que o “Guiness” crie uma categoria para o software mais baixado em 24 horas.

Inicialmente, a fundação esperava ultrapassar o número da versão 2 do navegador, que teve 1,6 milhões de downloads no lançamento, e alcançar a marca de 5 milhões. Agora, espera a validação dos dados por parte do “Guiness” para registrar o recorde e criar a categoria.

Por volta das 18h de hoje, o Firefox 3 havia sido baixado mais de 9 milhões de vezes, sendo 197 mil no Brasil, mais que na China, com 175 mil. Nos EUA, o número de downloads era de 2,7 milhões. Para chegar esses dados, a fundação fez uma página de internet (http://www.spreadfirefox.com/) para estimular o download do produto.

Mas, congestionado, o site enfrentou problemas durante os primeiros minutos em que o download estava liberado, na tarde de ontem. Internautas relatavam que não conseguiam acessar o portal. A Mozilla admite que o problema durou por algumas horas em países como os Estados Unidos.

O Firefox é o mais forte concorrente do Internet Explorer –sua fatia de mercado dos browsers, em abril, era de 17,76% ante 74,83%. O Internet Explorer já teve o virtual monopólio desse mercado.

Os destaques do novo ‘browser’ ficam por conta sistema de buscas e o gerenciamento de favoritos e sites visitados. Um ícone, que fica abaixo do endereço da internet, leva a sites mais acessados pelo usuário, que não precisa fazer nada para guardá-los.

Nas buscas, outro ponto forte é a hora de digitar o endereço de um site. A barra de endereços virou um buscador interno que vasculha as páginas recém-visitadas e “favoritadas”.

Fonte: Folha Online

Google perde espaço no mercado de buscas, diz consultoria

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O Yahoo! e a Microsoft ganharam espaço no segmento de buscas na internet em junho, enquanto o Google ficou com uma fatia menor, apesar de ainda ser dono da maior parte do mercado. A informação é de um estudo divulgado nesta sexta-feira (18) pela consultoria comScore.

A análise da comScore indica que 61,5% das buscas nos Estados Unidos foram feitas pelo Google, uma queda de 0,3 ponto percentual em relação a maio. Enquanto isso, o Yahoo! ganhou 0,3 ponto, para 20,9%. A Microsoft ficou com 9,2%, taxa 0,7 ponto percentual maior que no mês anterior.

A quarta maior empresa de buscas na internet, a Ask.com, da IAC/InterActiveCorp, e a quinta colocada, a AOL, também perderam espaço, de acordo com a comScore.

A Microsoft vê a proposta de compra do Yahoo!, que já se arrasta desde fevereiro, como uma chance de fazer frente ao Google no mercado de buscas, que, com o sistema de links patrocinados, fica com grande parte do investimento em publicidade na internet. Sozinho, o Google tem uma participação no mercado de buscas –responsável por metade de seu faturamento– maior que todos os seus concorrentes juntos.

Fonte: Folha Online

Brasileiros dizem ser os primeiros no mundo a desbloquear o iPhone 3G

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Brasileiros anunciaram ter conseguido desbloquear totalmente o iPhone 3G, permitindo o uso do aparelho para ligações e funções como o GPS. Segundo eles, trata-se do primeiro grupo a conseguir o desbloqueio total do celular –feito confirmado por blogs especializados como o Gizmodo .

Breno MacMasi, sócio da empresa que fez o desbloqueio, mostra, em vídeo na internet, que o aparelho funciona normalmente, com o uso de um chip 3G. Ele reconhece, entretanto, que ainda há problemas a resolver, como a qualidade da conexão, que oscila bastante.

Para fazer o aparelho funcionar sem utilizar a rede de uma operadora autorizada pela Apple, o grupo fez alterações no software do celular, o iPhone 2.0, e também no hardware do aparelho. O grupo pretende cobrar de R$ 400 a R$ 600 para fazer o serviço.

MacMasi admite que o desbloqueio pode ser anulado por uma atualização feita pela Apple. “A Apple cometeu erros graves, então, com certeza, conseguiremos outra brecha. Vai virar uma briga de gato e rato”, afirma.

O iPhone não é vendido oficialmente no Brasil e nenhuma operadora foi homologada pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para operar o celular –o uso do aparelho é irregular no país. A Apple, fabricante do aparelho, não quis se manifestar sobre o assunto.

MacMasi conta que o celular foi conseguido por meio de amigos que moram nos Estados Unidos, em uma ação que ele classifica como “operação de guerra”. O aparelho chegou a São Paulo na segunda-feira (14), trazido por um amigo vindo de Miami, nos Estados Unidos.

A expectativa da Apple é alcançar muito mais consumidores com o iPhone 3G –que será vendido em 70 países– do que com a versão original lançada no ano passado. Em parte, isso ocorre porque a empresa abandonou a política de exigir que as operadoras revertessem a ela uma parte das receitas geradas com as ligações.

A primeira geração do iPhone chegou ao mercado custando muito mais caro e era vendida sob contratos de exclusividade com certas operadoras em cada país. No Brasil, as operadoras Claro e Vivo já anunciaram que vão vender o iPhone, mas não divulgaram a data ou os valores envolvidos.

Fonte: Folha Online

Blog, liberdade e fraternidade

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Mais uma vez pipocou na web uma discussão sobre blogs x jornalismo x jabá. E fiquei re-re-re-matutando toda a discussão, porque penso que um blog pode ser qualquer coisa, INCLUSIVE uma ferramenta jornalística, e quando for tal coisa, que o autor deixe isso CLARO e esclareça que segue a ética jornalística. Mas o blog não precisa ser isso. É uma ferramenta de discussão imediata ou de vazão AUTORAL (como este). Todo mundo se revela, dá opiniões no blog, e isso é pessoal.

Jornalismo também se nutre de agilidade, mas em forma de empresa. E como empresa, tem um horizonte a sustentar no longo prazo com preceitos éticos necessários para tornar o produto algo reconhecível pelo leitor, que permitam a qualquer um entender imediatamente que aquilo é uma reportagem e que teve um processo de confecção padronizado. A clareza em ser jornalismo faz do jornal (ou site ou blog do jornal) uma plataforma reconhecível. E antes que vc diga que há autores no jornalismo, vou concordar, acrescentando, porém, que esses autores agem como empresa, não mudam, não podem mudar, traçam uma linha de trabalho e a seguem - se modernizando, sim, mas sem mudanças em sua ética de trabalho. Quando há mudança dessa ordem, são massacrados.

Já o blog, como qualquer obra autoral, depende das flutuações do autor. O criador pode apagar um post quando se arrepender, falar de bichos de pelúcia em um dia e de sexo no outro, pode comentar um conto do Guimarães Rosa, ou avisar todo mundo que o escritor está fazendo 100 anos. O que é publicado e como é publicado depende unicamente do autor e de critérios íntimos de performance. Por isso, é uma produção mais humana, e por isso também é tão variada e capaz de retratar diferentes caráteres.

Isso garante criatividade, mas não garante perenidade. Os leitores passam pelo blog. Ficam caso se identifiquem com o blogueiro, suas idéias, comportamento, pregação. Como obra autoral, o consumo do blog se confunde com fruição. Agora, se a intenção do autor é virar empresa, precisa definir uma ética de trabalho (no sentido cabeçudo, Webberiano, da expressão) e deixar claro sob quais regras trabalha. Assim ninguém se engana, ninguém se ofende. E quem sabe, finalmente, as pessoas param com esse bate-boca sem direção e passem a discutir de forma mais sóbria como pagar merecidamente o autor de um blog.

Fonte: iMasters, Rafael Bravo Bucco

O que é Webmaster?

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Utilizamos muito habitualmente a palavra webmaster, mas sabemos bem o que significa?

O que é Ser um WebMasters? A palavra WebMaster é uma palavra de origem Inglesa, que se traduzindo ao português seria algo como Maestro Web. Porém, muitas vezes escutamos estas palavras: que sou WebMaster, ou que conheço um WebMaster e não sabemos exatamente qual é a função específica destas pessoas.Um WebMaster é a pessoas encarregada de um site, seria o diretor de uma empresa, é a pessoa que decide a tecnologia que será utilizada, decide, os servidores e a estrutura em geral.

Para começar um WebMaster é uma pessoa responsável, é o responsável propriamente dito de Todo um Site, já que é a pessoa que tem por exemplo, os códigos ou passwords para fazer modificações na página. É a única pessoa autorizada a dizer, caso não lhe agrade o que entra ou não entra em relação à estrutura ou aos conteúdos do site.


WebMasters e segurança

Se falamos que os WebMaster são as pessoas que estão encarregadas de ter os códigos de acesso à página, temos que falar de que também pode ser o administrador do site, portanto tem que ter conhecimentos amplos sobre a segurança na informática para proteger o site de qualquer ataque.

Também nós, os WebMasters têm que tratar de que toda a informação que corra pelo site que sejam o mais privadas possíveis, temos que assegurarmos sempre de que nossos Server sejam seguros para não sofrermos ataques de hackers com más intenções e que prejudicam nosso trabalho.

* Um ponto fundamental que temos que levar muito em conta para ser WebMaster é a responsabilidade que temos, já que se lemos o que dizia acima de que somos a pessoa mais importante do site, temos que estar sempre prontos para qualquer desafio, e temos que enfrentar com responsabilidade nosso posto de trabalho.

Fonte: CriaWeb

O que é Tableless?

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A Web foi criada para ser um ambiente onde fosse possível trocar informações livremente, e que essas informações pudessem ser acessadas ao redor do planeta por qualquer pessoa. Em 1994, foi criado o W3C (World Wide Web Consortium): um consórcio internacional, onde são desenvolvidas os padrões para a web (Web Standards) tais como: HTML, CSS, XML, XSLT, entre outros.

Naquela época, no mercado de browsers, as opções ainda eram poucas: consistiam apenas em Lynx, Mozaic e Netscape Navigator, da Netscape Communications, então liderada por James Clark. A Microsoft, de Bill Gates, resolveu entrar nesse mercado lançando o Internet Explorer. A partir daí, o Netscape e o Internet Explorer começaram a travar uma guerra atrás de adpetos. A concorrência entre os dois browsers é chamada até hoje de Guerra dos Browsers. Durante essa “guerra”, os padrões do W3C ainda eram meros rascunhos. Por conta disso, as duas empresas que não podiam esperar que esses rascunhos ficassem prontos começaram a lançar seus browsers com padrões proprietários.

Agora o impasse: Os browsers tinham seus próprios padrões… Já os desenvolvedores não conseguiam criar um único código que funcionasse nos dois navegadores. Por este motivo, eles eram obrigados a desenvolver, na maioria das vezes, para apenas um browser.
Isso trouxe mais um problema, agora para os usuários. O usuário que usava Netscape, não conseguia acessar sites que eram feitos para Internet Explorer, e vice-versa.

Como a web não tinha sido projetada para desenvolver os criativos ambientes gráficos que temos atualmente, naturalmente, os recursos de desenvolvimento eram limitados e os criadores faziam das tripas coração para criar seus sites. Entre as muitas idéias que surgiram para ultrapassar ao ambiente de “apenas texto” da internet, estava aquela de utilizar tabelas de HTML para posicionar os elementos no layout, utilizando slices de imagem, gifs transparentes e a técnica de aninhamento de tabelas para contornar os problemas que os padrões proprietários traziam. A esse tipo de técnica, que foi usadapela maior parte dos websites, chamamos de layout com tabelas.

Os sites que seguem os Padrões Web utilizam uma metodologia de desenvolvimento baseado em 3 camadas, são elas:

  1. Informação - A informação do site é exibida utilizando código XHTML ou HTML.
  2. Formatação - O XHTML que exibe a informação é formatada com CSS (Folhas de Estilo). É com CSS que comandamos todo o visual do site. Tudo que é visual e decorativo deve ser feito por CSS.
  3. Comportamento - Definida por Javascript e AJAX. É a camada que define como os elementos irão se comportar de acordo com as ações do usuário.

Em poucas palavras: um site tableless é um site que não utiliza tables para a estruturação do Layout. É um site que segue os Padrões Web.
O termo “tableless” é usado mais largamente aqui no Brasil. Em outros países outros foram mais difundidos, por exemplo: CSS Layouts.

Um site tabeless segue obrigatoriamente regras de semântica. Cada tag tem sua função própria. Por exemplo, para criar um parágrafo de texto, usamos a tag <p></p>. A tag Table e suas filhas são utilizados para exibir dados tabulados, por exemplo, uma listagem de produtos, onde são mostrados algumas informações sobre o produto como tamanho, preço, cor, material, disponibilidade, etc…

Tênis Cor Tamanho Preço Disponibilidade
Nike Preto 38-39 R$ 100,00 Em Estoque
Adidas Branco 40-41 R$ 120,00 Esgotado

Formatar informações dos sites não é algo novo. Por volta de 1970, no começo da tragetória do SGML, vários browsers já personalizavam as aparências dos documentos, cada um com seu estilo próprio.

Håkon Wium Lie, estudava e percebia as dificuldades que se tinham ao desenvolver um site, e resolveu criar uma maneira fácil para formatar a informação do HTML. Foi aí que ele propôs a criação do CSS ou Cascading Style Sheets. Esse era o ano de 1994.

Em 1995 eles apresentaram sua proposta e finalmente, o W3C - World Wide Web Consortium - que estava acabando de nascer, se interessou pelo projeto e resolveu criar uma equipe, obviamente liderada por Håkon e Bert Bos. O resultado apareceu logo, em 1996, eles lançaram a recomendação oficial pelo W3C do CSS Level 1 (CSS 1).

Dois anos depois, no dia 12 de Maio de 1998, eles lançaram a recomendação do CSS de nível 2. A segunda versão das Folhas de Estilo para web.

Hoje em dia, o nível de compatibilidade entre os browsers é muito parecido, de forma que se você implementar algo específico em um browser, é muito provável que em outro browser esteja igual.

Portanto, o desenvolvedor pode ficar tranqüilo quanto a maioria dos problemas causados por diferenças entre browsers.

Fonte: Tableless

Tema CE por Arthur Henrique & Christiano Erick
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