Mozilla prepara o Aurora, sucessor do Firefox

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Fonte: Adnews

Os pesquisadores da Mozilla Foundation estão trabalhando no sucessor do Firefox. O conceito, chamado de Aurora, pode transformar as informações dos sites em widgets e repassá-los para a área de trabalho do desktop.

Na nossa seção de vídeos, há uma demonstração do novo browser que mostra que ele realizará uma espécie de coleta de dados na web. Os widgets permitirão a visualização de informações na internet de outras maneiras no computador. A idéia é aglutinar os dados de um jeito que possam ser arrastados para a área de trabalho do aparelho, além de ser personalizados.

A interface do Aurora chama a atenção por trazer elementos 3D. O vídeo de apresentação mostra que na parte de favoritos, por exemplo, os sites ficam dispostos em widgets, com as páginas mais acessadas perto do alcance do usuário, em comparação aos sites menos visitados.

O navegador também traz um ícone para acessar os comunicadores instantâneos com o programa dentro dele.

A Mozilla planeja revolucionar os browsers, “com a ajuda da indústria e pessoas no mundo que desejam se envolver e dividir idéias para nos ajudar a direcionar o futuro da internet”, afirmou o vice-presidente da Mozilla Labs, Chris Beard.

Fonte: iMasters

Fazendo marketing em redes sociais

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O mercado digital tem como uma de suas características principais a sua extrema volatilidade. O que era novidade num mês, num outro pode se tornar praticamente assunto de museu. E esta característica não poderia deixar de ser aplicada às redes sociais, cuja rápida evolução já está provocando uma mudança significativa nas relações entre usuários e marcas.

Se há alguns meses se comentava que o interessante era abrir um canal próprio no YouTube, hoje em dia o cenário se apresenta com uma mudança significativa e, claro, ela atende pelo nome de Facebook. A rede social que permite inserir aplicações customizadas em sua plataforma já começa a colecionar cases de empresas interessadas nesta facilidade, o que dá uma nova dimensão ao marketing social.

Algumas tentativas anteriores não foram tão bem sucedidas. O Google testou o uso de links patrocinados em páginas do Orkut, mas a experiência se revelou um tanto quanto perigosa. Enquanto alguns anunciantes viram seus links sendo relacionados a comunidades de “gosto duvidoso”, o oposto também ocorreu: alguns links apareciam meio fora de contexto. Mas isso não significa que este seja o fim da experiência - basta que os filtros contextuais se aperfeiçoem e assim apareçam links realmente afins com o perfil de quem está navegando.

Por outro lado, o MySpace parece não ter tido problemas com a inserção de banners e anúncios em suas páginas, o mesmo acontecendo com o Facebook. No entanto, o sistema parece estar longe de funcionar perfeitamente, porque agora mesmo, enquanto escrevo este artigo, descobri um skyscraper no Facebook cujo teaser é “O Pan já começou! E você? Vai ficar aí parado?” Bem… algo parece que precisa ser revisto aí.

De qualquer forma, o marketing em redes sociais já é fato, e o que é necessário agora é checar quais são as melhores práticas, métodos e processos para potencializar este poder. A questão é que mensurar este tipo de interação é algo bastante complexo, já que as dinâmicas das redes sociais são diversas e nem sempre totalmente visíveis sob a fria ótica dos números.

É preciso pensar em novas maneiras para dinamizar e mensurar esta relação - e isto não será algo fácil. A boa notícia é que essa revolução está apenas no começo e certamente a prática levará a processos mais “seguros” conforme o tempo for passando e as tecnologias de behavorial targeting forem se aprimorando.

Mas, enquanto isso não é factível, o importante é não negligenciar o poder das redes sociais, e reservar uma parte do budget de marketing nestes veículos. Para isso, vale a pena pensar nos seguintes tópicos:

Pesquise o seu público-alvo. Certamente você já tem uma idéia bastante clara do tipo de público que quer atingir. Sabe que cada vez mais precisa oferecer o que eles querem, na hora em que querem e onde eles buscam informações a respeito do que querem. Portanto, nada melhor do que pesquisar. Visite as comunidades relacionadas a seu produto, ou que reúnam as pessoas que você quer atingir, no MySpace, no Orkut, no LiveJournal, no Facebook etc. Vale a pena investir seu tempo para conhecer a linguagem destas pessoas, o que elas esperam, como interagem. Assim, o risco de fazer uma campanha equivocada ou fora de foco é consideravelmente reduzido.

Tente validar seu investimento. Será que vale a pena investir num banner em alguma rede social? Se você acredita que sim, então fique atento às métricas dos cliques. Lembre-se que banners são meios “conservadores” de publicidade num ambiente onde a interação e a troca de idéias na maioria das vezes tem muito mais impacto do que uma campanha “institucionalizada”.

Veja as outras formas de interação. Não só os fóruns de discussão ou os canais do YouTube apresentam algum tipo de interação com as redes sociais. Os blogs já provaram seu poder catalisador de opiniões, e é preciso também lembrar dos espaços oferecidos nos comunicadores instantâneos - neste caso, sabemos que alguns espaços nos comunicadores mais badalados estão entre os lugares mais caros e cobiçados. Se você tiver verba, ótimo - se não, os blogs continuam sendo uma boa pedida também, justamente por seu poder de viralização das mensagens.

Meça, é claro. Sim, ainda não existem métricas totalmente eficazes para este tipo de ação, mas isso não significa que você não deva monitorar o desempenho através dos números que conseguir. Já existem empresas no Brasil que fazem a monitoração das redes sociais, e são capazes de fornecer relatórios das citações que uma marca recebe neste inesgotável universo de discussão. Combinando-se este tipo de mensuração com as métricas que certamente sua campanha de blogs e anúncios gerar, ao menos você terá uma idéia a respeito da efetividade de suas ações junto às redes sociais. Por exemplo: você pode descobrir que aquele banner legal que você colocou numa comunidade do MySpace, apesar de ser bastante clicável, gerou uma repercussão negativa nos fóruns de discussão. O equilíbrio entre “quantitativo” e “qualitativo” faz toda a diferença.

Aposte no customizável. As coisas estão partindo para um nível de personalização jamais visto anteriormente. Depois do furacão Facebook, o caminho para as outras redes sociais é permitir que se desenvolvam aplicações customizadas dentro de suas plataformas. Certamente, criar um widget, por exemplo, para os fiéis participantes da comunidade sobre seu produto pode ser bem mais efetivo do que encher a página de banners.

Fonte: Maristela Alves, iMasters

Google perde espaço no mercado de buscas, diz consultoria

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O Yahoo! e a Microsoft ganharam espaço no segmento de buscas na internet em junho, enquanto o Google ficou com uma fatia menor, apesar de ainda ser dono da maior parte do mercado. A informação é de um estudo divulgado nesta sexta-feira (18) pela consultoria comScore.

A análise da comScore indica que 61,5% das buscas nos Estados Unidos foram feitas pelo Google, uma queda de 0,3 ponto percentual em relação a maio. Enquanto isso, o Yahoo! ganhou 0,3 ponto, para 20,9%. A Microsoft ficou com 9,2%, taxa 0,7 ponto percentual maior que no mês anterior.

A quarta maior empresa de buscas na internet, a Ask.com, da IAC/InterActiveCorp, e a quinta colocada, a AOL, também perderam espaço, de acordo com a comScore.

A Microsoft vê a proposta de compra do Yahoo!, que já se arrasta desde fevereiro, como uma chance de fazer frente ao Google no mercado de buscas, que, com o sistema de links patrocinados, fica com grande parte do investimento em publicidade na internet. Sozinho, o Google tem uma participação no mercado de buscas –responsável por metade de seu faturamento– maior que todos os seus concorrentes juntos.

Fonte: Folha Online

Blog, liberdade e fraternidade

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Mais uma vez pipocou na web uma discussão sobre blogs x jornalismo x jabá. E fiquei re-re-re-matutando toda a discussão, porque penso que um blog pode ser qualquer coisa, INCLUSIVE uma ferramenta jornalística, e quando for tal coisa, que o autor deixe isso CLARO e esclareça que segue a ética jornalística. Mas o blog não precisa ser isso. É uma ferramenta de discussão imediata ou de vazão AUTORAL (como este). Todo mundo se revela, dá opiniões no blog, e isso é pessoal.

Jornalismo também se nutre de agilidade, mas em forma de empresa. E como empresa, tem um horizonte a sustentar no longo prazo com preceitos éticos necessários para tornar o produto algo reconhecível pelo leitor, que permitam a qualquer um entender imediatamente que aquilo é uma reportagem e que teve um processo de confecção padronizado. A clareza em ser jornalismo faz do jornal (ou site ou blog do jornal) uma plataforma reconhecível. E antes que vc diga que há autores no jornalismo, vou concordar, acrescentando, porém, que esses autores agem como empresa, não mudam, não podem mudar, traçam uma linha de trabalho e a seguem - se modernizando, sim, mas sem mudanças em sua ética de trabalho. Quando há mudança dessa ordem, são massacrados.

Já o blog, como qualquer obra autoral, depende das flutuações do autor. O criador pode apagar um post quando se arrepender, falar de bichos de pelúcia em um dia e de sexo no outro, pode comentar um conto do Guimarães Rosa, ou avisar todo mundo que o escritor está fazendo 100 anos. O que é publicado e como é publicado depende unicamente do autor e de critérios íntimos de performance. Por isso, é uma produção mais humana, e por isso também é tão variada e capaz de retratar diferentes caráteres.

Isso garante criatividade, mas não garante perenidade. Os leitores passam pelo blog. Ficam caso se identifiquem com o blogueiro, suas idéias, comportamento, pregação. Como obra autoral, o consumo do blog se confunde com fruição. Agora, se a intenção do autor é virar empresa, precisa definir uma ética de trabalho (no sentido cabeçudo, Webberiano, da expressão) e deixar claro sob quais regras trabalha. Assim ninguém se engana, ninguém se ofende. E quem sabe, finalmente, as pessoas param com esse bate-boca sem direção e passem a discutir de forma mais sóbria como pagar merecidamente o autor de um blog.

Fonte: iMasters, Rafael Bravo Bucco

O que é Webmaster?

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Utilizamos muito habitualmente a palavra webmaster, mas sabemos bem o que significa?

O que é Ser um WebMasters? A palavra WebMaster é uma palavra de origem Inglesa, que se traduzindo ao português seria algo como Maestro Web. Porém, muitas vezes escutamos estas palavras: que sou WebMaster, ou que conheço um WebMaster e não sabemos exatamente qual é a função específica destas pessoas.Um WebMaster é a pessoas encarregada de um site, seria o diretor de uma empresa, é a pessoa que decide a tecnologia que será utilizada, decide, os servidores e a estrutura em geral.

Para começar um WebMaster é uma pessoa responsável, é o responsável propriamente dito de Todo um Site, já que é a pessoa que tem por exemplo, os códigos ou passwords para fazer modificações na página. É a única pessoa autorizada a dizer, caso não lhe agrade o que entra ou não entra em relação à estrutura ou aos conteúdos do site.


WebMasters e segurança

Se falamos que os WebMaster são as pessoas que estão encarregadas de ter os códigos de acesso à página, temos que falar de que também pode ser o administrador do site, portanto tem que ter conhecimentos amplos sobre a segurança na informática para proteger o site de qualquer ataque.

Também nós, os WebMasters têm que tratar de que toda a informação que corra pelo site que sejam o mais privadas possíveis, temos que assegurarmos sempre de que nossos Server sejam seguros para não sofrermos ataques de hackers com más intenções e que prejudicam nosso trabalho.

* Um ponto fundamental que temos que levar muito em conta para ser WebMaster é a responsabilidade que temos, já que se lemos o que dizia acima de que somos a pessoa mais importante do site, temos que estar sempre prontos para qualquer desafio, e temos que enfrentar com responsabilidade nosso posto de trabalho.

Fonte: CriaWeb

Bem vindos

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Olá galera, bem vindo ao meu portfólio/blog… não sou muito de falar… mesmo assim… espero que gostem!

Tema CE por Arthur Henrique & Christiano Erick
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