Mozilla prepara o Aurora, sucessor do Firefox

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Fonte: Adnews

Os pesquisadores da Mozilla Foundation estão trabalhando no sucessor do Firefox. O conceito, chamado de Aurora, pode transformar as informações dos sites em widgets e repassá-los para a área de trabalho do desktop.

Na nossa seção de vídeos, há uma demonstração do novo browser que mostra que ele realizará uma espécie de coleta de dados na web. Os widgets permitirão a visualização de informações na internet de outras maneiras no computador. A idéia é aglutinar os dados de um jeito que possam ser arrastados para a área de trabalho do aparelho, além de ser personalizados.

A interface do Aurora chama a atenção por trazer elementos 3D. O vídeo de apresentação mostra que na parte de favoritos, por exemplo, os sites ficam dispostos em widgets, com as páginas mais acessadas perto do alcance do usuário, em comparação aos sites menos visitados.

O navegador também traz um ícone para acessar os comunicadores instantâneos com o programa dentro dele.

A Mozilla planeja revolucionar os browsers, “com a ajuda da indústria e pessoas no mundo que desejam se envolver e dividir idéias para nos ajudar a direcionar o futuro da internet”, afirmou o vice-presidente da Mozilla Labs, Chris Beard.

Fonte: iMasters

Google Brasil vai assumir o controle operacional do Orkut

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Fonte: Google Discovery

Segundo informações do G1, o Google Brasil vai assumir o controle operacional do Orkut nos próximos dois meses, período programado para terminar todo o processo de transferência.

Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil, explicou que essa transferência é devido ao resultado da popularidade do serviço e também da maturidade da equipe no país. Embora a área de engenharia continue dividida com a filial indiana, o controle operacional ficará a cargo dos funcionários do Google Brasil.

Ainda de acordo com a G1, Alexandre Hohagen, atual presidente do Google Brasil, tem sido apontado como próximo diretor da América Latina. Com a mudança de cargo, Hohagen passará a responder pelas filiais do Brasil, Argentina, México, Chile e Colômbia.

Por Renê Fraga

Web Standards Project - WaSP

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No início, fabricantes de browsers, W3C e desenvolvedores começaram quase que ao mesmo tempo.

Neste começo não brotaram desenvolvedores web do chão. Essa profissão não existia. Os primeiros que trabalharam nessa área, migraram de profissões parecidas: quem era programador desktop naquele tempo, começou a programar para web. Quem era designer de impresso, começou a fazer design para web. Os programadores estavam se acostumando com a maneira nova de criar sistemas e sites. E designers estavam se habiatuando às diferenças que existiam no design para web e impresso. Haviam muitas coisas para se acostumar, começando pelos erros de compatibilidade.

O W3C

O W3C foi criado para regulamentar e criar padrões para a publicação de conteúdo na web. Quando ele começou, não haviam documentos completos, com listas e regulamentos explicando cada um dos padrões. Esses documentos eram rascunhos, muitas vezes incompletos e com apenas uma descrição do que seria aquele padrão.

Com a falta de documentação completa e detalhada, os browsers aproveitavam para criar códigos proprietários, dificultando o desenvolvimento.

Os browsers

O Netscape (antigo Mosaic), era o browser com a maior base de usuários. Para ser sincero, não haviam muitos browsers concorrentes naquela época. A Microsoft aproveitou o poder que ganhara com a distribuição do Windows com a IBM, e criou o Internet Explorer para concorrer com o Netscape. Foi aí que a Guerra dos Browsers começou.

A guerra por usuários somada com a falta de padrões resultou em códigos proprietários. Conquiste os desenvolvedores e conquistará a web.

Todo esse tumulto no começo da web fez com que o desenvolvimento de sites se tornasse mais complicado, confuso. Em conseqüência, a mão de obra se tornava mais cara e o custo de desenvolvimento também. Era caro comprar um site e era mais caro ainda manter esse site.

Era preciso fazer duas versões: uma para Internet Explorer e outra para Netscape. Qualquer atualização ou alteração de layout, era necessário modificar as duas versões. Isso significava trabalho em dobro, e o custo aumentava.

A Cavalaria - WaSP

Um grupo de desenvolvedores, na maioria designers, formaram um movimento chamado Web Standards Project - WaSP. Um grupo cuja missão seria divulgar os Padrões Web como guias para o desenvolvimento web. O projeto era encabeçado por profissionais como Jeffrey Zeldman, inconformados com o caminho que o desenvolvimento web estava caminhando. E eles tinham toda a razão.

A primeira grande coisa que fizeram foi convencer a Netscape a doar para a comunidade o engine do browser. Um grande feito que, se não fosse alcançado, hoje não teríamos a fundação Mozilla, com seu browser Firefox.

A segunda missão foi fazer com que os fabricantes de browsers seguissem as idéias e recomendações do W3C.

O diferencial, naquele tempo, era apenas o número de usuários. Não haviam add-ons, interface interligada com serviços sociais, leitores de feeds, nem nada do gênero. Seguir o W3C era dizer adeus ao código proprietário e abrir oportunidades para os desenvolvedores a criarem sites para o browser concorrente.

Outro objetivo do grupo era fazer com que os desenvolvedores também adotassem os Padrões do W3C. E esse objetivo está sendo cumprido até hoje.

A resitência de hoje, não é nada com a resistência encontrada há 5 anos atrás. Os desenvolvedores estão mais aberto às novas propostas e os novos profissionais já começam aprendendo da maneira correta.

Hoje as coisas estão bem mais fáceis. Browsers e desenvolvedores lutam em favor dos padrões. W3C e entusiastas estudam novos padrões e pedem sugestão dos profissionais.

Com o amadurecimento das partes, o conhecimento se renova e desenvolver para web fica mais divertido.

Fonte: Diego Eis, iMasters

Fazendo marketing em redes sociais

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O mercado digital tem como uma de suas características principais a sua extrema volatilidade. O que era novidade num mês, num outro pode se tornar praticamente assunto de museu. E esta característica não poderia deixar de ser aplicada às redes sociais, cuja rápida evolução já está provocando uma mudança significativa nas relações entre usuários e marcas.

Se há alguns meses se comentava que o interessante era abrir um canal próprio no YouTube, hoje em dia o cenário se apresenta com uma mudança significativa e, claro, ela atende pelo nome de Facebook. A rede social que permite inserir aplicações customizadas em sua plataforma já começa a colecionar cases de empresas interessadas nesta facilidade, o que dá uma nova dimensão ao marketing social.

Algumas tentativas anteriores não foram tão bem sucedidas. O Google testou o uso de links patrocinados em páginas do Orkut, mas a experiência se revelou um tanto quanto perigosa. Enquanto alguns anunciantes viram seus links sendo relacionados a comunidades de “gosto duvidoso”, o oposto também ocorreu: alguns links apareciam meio fora de contexto. Mas isso não significa que este seja o fim da experiência - basta que os filtros contextuais se aperfeiçoem e assim apareçam links realmente afins com o perfil de quem está navegando.

Por outro lado, o MySpace parece não ter tido problemas com a inserção de banners e anúncios em suas páginas, o mesmo acontecendo com o Facebook. No entanto, o sistema parece estar longe de funcionar perfeitamente, porque agora mesmo, enquanto escrevo este artigo, descobri um skyscraper no Facebook cujo teaser é “O Pan já começou! E você? Vai ficar aí parado?” Bem… algo parece que precisa ser revisto aí.

De qualquer forma, o marketing em redes sociais já é fato, e o que é necessário agora é checar quais são as melhores práticas, métodos e processos para potencializar este poder. A questão é que mensurar este tipo de interação é algo bastante complexo, já que as dinâmicas das redes sociais são diversas e nem sempre totalmente visíveis sob a fria ótica dos números.

É preciso pensar em novas maneiras para dinamizar e mensurar esta relação - e isto não será algo fácil. A boa notícia é que essa revolução está apenas no começo e certamente a prática levará a processos mais “seguros” conforme o tempo for passando e as tecnologias de behavorial targeting forem se aprimorando.

Mas, enquanto isso não é factível, o importante é não negligenciar o poder das redes sociais, e reservar uma parte do budget de marketing nestes veículos. Para isso, vale a pena pensar nos seguintes tópicos:

Pesquise o seu público-alvo. Certamente você já tem uma idéia bastante clara do tipo de público que quer atingir. Sabe que cada vez mais precisa oferecer o que eles querem, na hora em que querem e onde eles buscam informações a respeito do que querem. Portanto, nada melhor do que pesquisar. Visite as comunidades relacionadas a seu produto, ou que reúnam as pessoas que você quer atingir, no MySpace, no Orkut, no LiveJournal, no Facebook etc. Vale a pena investir seu tempo para conhecer a linguagem destas pessoas, o que elas esperam, como interagem. Assim, o risco de fazer uma campanha equivocada ou fora de foco é consideravelmente reduzido.

Tente validar seu investimento. Será que vale a pena investir num banner em alguma rede social? Se você acredita que sim, então fique atento às métricas dos cliques. Lembre-se que banners são meios “conservadores” de publicidade num ambiente onde a interação e a troca de idéias na maioria das vezes tem muito mais impacto do que uma campanha “institucionalizada”.

Veja as outras formas de interação. Não só os fóruns de discussão ou os canais do YouTube apresentam algum tipo de interação com as redes sociais. Os blogs já provaram seu poder catalisador de opiniões, e é preciso também lembrar dos espaços oferecidos nos comunicadores instantâneos - neste caso, sabemos que alguns espaços nos comunicadores mais badalados estão entre os lugares mais caros e cobiçados. Se você tiver verba, ótimo - se não, os blogs continuam sendo uma boa pedida também, justamente por seu poder de viralização das mensagens.

Meça, é claro. Sim, ainda não existem métricas totalmente eficazes para este tipo de ação, mas isso não significa que você não deva monitorar o desempenho através dos números que conseguir. Já existem empresas no Brasil que fazem a monitoração das redes sociais, e são capazes de fornecer relatórios das citações que uma marca recebe neste inesgotável universo de discussão. Combinando-se este tipo de mensuração com as métricas que certamente sua campanha de blogs e anúncios gerar, ao menos você terá uma idéia a respeito da efetividade de suas ações junto às redes sociais. Por exemplo: você pode descobrir que aquele banner legal que você colocou numa comunidade do MySpace, apesar de ser bastante clicável, gerou uma repercussão negativa nos fóruns de discussão. O equilíbrio entre “quantitativo” e “qualitativo” faz toda a diferença.

Aposte no customizável. As coisas estão partindo para um nível de personalização jamais visto anteriormente. Depois do furacão Facebook, o caminho para as outras redes sociais é permitir que se desenvolvam aplicações customizadas dentro de suas plataformas. Certamente, criar um widget, por exemplo, para os fiéis participantes da comunidade sobre seu produto pode ser bem mais efetivo do que encher a página de banners.

Fonte: Maristela Alves, iMasters

Tema CE por Arthur Henrique & Christiano Erick
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